Viva a arte libertária!
Viva a arte que movimenta!
A arte que faz do artista plural.
Viva a arte que é arte pura, simples!
A arte que é transformação da mente.
Viva a arte que recicla!
Clara Vieira.
sábado, 5 de janeiro de 2013
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Para o tempo passar rápido.
E se... esse mundo acabar?
O batom desbotar?
O botão desabotoar?
Se o beijo não tocar?
E se... você olhar quando eu sorrir?
O amargo adocicar
E se a sua volta no seu mundo demorar?
E o seu beijo não chegar?
E se... eu te esperar?
Você vai ficar?
E se as minhas mãos não tocarem as cordas
do teu violão?
E quando eu não te alcançar?
E o meu peito começar a apertar
E você nem notar
Que todas essas notas são para você?
E se... o cinema esvaziar?
Por quanto tempo eu consigo te esperar?
E se o tempo acabar?
E você se atrasar...
Clara Vieira.
O batom desbotar?
O botão desabotoar?
Se o beijo não tocar?
E se... você olhar quando eu sorrir?
O amargo adocicar
E se a sua volta no seu mundo demorar?
E o seu beijo não chegar?
E se... eu te esperar?
Você vai ficar?
E se as minhas mãos não tocarem as cordas
do teu violão?
E quando eu não te alcançar?
E o meu peito começar a apertar
E você nem notar
Que todas essas notas são para você?
E se... o cinema esvaziar?
Por quanto tempo eu consigo te esperar?
E se o tempo acabar?
E você se atrasar...
Clara Vieira.
sábado, 3 de novembro de 2012
Só o inteiro convém
Hoje eu vou te esperar
Eu vou me arrumar
E quando tu chegares
Eu vou te dizer que eu cansei
Que eu rodei tudo o que eu tinha pra rodar
Não quero mais meias verdade
Meias palavras
Meios abraços
Meio olhares
Porque eu tô me dando frente e verso
E mais um tanto para o rabisco
Hoje eu vou te esperar
Eu vou te dizer
Que hoje só o inteiro me convém
Cansei de meio pecados
Meias pegadas
Meios cigarros
Porque hoje, só hoje, o inteiro me convém.
Clara Vieira.
Eu vou me arrumar
E quando tu chegares
Eu vou te dizer que eu cansei
Que eu rodei tudo o que eu tinha pra rodar
Não quero mais meias verdade
Meias palavras
Meios abraços
Meio olhares
Porque eu tô me dando frente e verso
E mais um tanto para o rabisco
Hoje eu vou te esperar
Eu vou te dizer
Que hoje só o inteiro me convém
Cansei de meio pecados
Meias pegadas
Meios cigarros
Porque hoje, só hoje, o inteiro me convém.
Clara Vieira.
domingo, 21 de outubro de 2012
Poesia Livre
A minha poesia é assim, torta
Ela é feita de gente
De imaginação
Não tem nada de certeza
Ela é guiada pelo vento do Norte
Tem cheiro de rio
Tem rosas vermelhas
Ela fala de amor
Na minha poesia não trago pudor
Utopia é permitida
Não tem meias verdades
Nem meias declarações
Na minha poesia tem chororô
Ela carrnavaliza a vida, coração
Tem filosofias furadas
As vezes fala de dor
Ela é pintada, bordada, costurada de palavras
que não são rebuscadas
As minhas palavras voam feito poesia...
As minhas poesias são palavras que voam...
Que pousam aonde querem repousar
A minha poesia é Livre!
Clara Vieira.
Ela é feita de gente
De imaginação
Não tem nada de certeza
Ela é guiada pelo vento do Norte
Tem cheiro de rio
Tem rosas vermelhas
Ela fala de amor
Na minha poesia não trago pudor
Utopia é permitida
Não tem meias verdades
Nem meias declarações
Na minha poesia tem chororô
Ela carrnavaliza a vida, coração
Tem filosofias furadas
As vezes fala de dor
Ela é pintada, bordada, costurada de palavras
que não são rebuscadas
As minhas palavras voam feito poesia...
As minhas poesias são palavras que voam...
Que pousam aonde querem repousar
A minha poesia é Livre!
Clara Vieira.
sábado, 20 de outubro de 2012
20.10- Dia do coração vagabundo.
20.10- Dia do Poeta. Não poderia deixar de pular nesse bloco. Esse bloco que pertence aos donos das canetas que dançam no papel, da tinta que abre um lindo sorriso ao beijar a folha. Esse bloco que pertence aos corações vagabudos. Que pertencem às lágrimas baratas e intensamente sofridas, intensamente vividas, intensamente escritas.
Viva o poeta que eterniza as cenas! Que concretiza e transfere as emoções! Que cria a companhia da melodia! Viva o Poeta que arrepia! Viva o Poeta que olha o mundo com poesia! Viva o Poeta que é Poeta! Viva o Poeta! Viva o Poeta! Vida ao Poeta!
Viva o poeta que eterniza as cenas! Que concretiza e transfere as emoções! Que cria a companhia da melodia! Viva o Poeta que arrepia! Viva o Poeta que olha o mundo com poesia! Viva o Poeta que é Poeta! Viva o Poeta! Viva o Poeta! Vida ao Poeta!
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Pré-requisito
Se você vier comigo, benzinho
Tens que saber acompanhar o meu ritmo
Tens que saber sentir o vento
Provas os sabores e dissabores dessa vida
Tens que saber gostar de flores
E dançar sem melodia
Respeitar as gargalhadas
Que eu darei das irônias
Se você vier comigo, neguinho
Terás que ter a paciência de acordar devagarinho
E caminhar bem de mansinho
Tens que ver que sou florida
E que as vezes tenho espinhos
Se me acompanhar, benzinho
Verás um mundo diferente
Tomarás banho de chuva
Enquanto todos abrem o guarda-chuva
Tens que saber gostar e flores
E dançar sem melodia
Respeitar as gargalhadas
Que eu darei das irônias.
Clara Vieira.
Tens que saber acompanhar o meu ritmo
Tens que saber sentir o vento
Provas os sabores e dissabores dessa vida
Tens que saber gostar de flores
E dançar sem melodia
Respeitar as gargalhadas
Que eu darei das irônias
Se você vier comigo, neguinho
Terás que ter a paciência de acordar devagarinho
E caminhar bem de mansinho
Tens que ver que sou florida
E que as vezes tenho espinhos
Se me acompanhar, benzinho
Verás um mundo diferente
Tomarás banho de chuva
Enquanto todos abrem o guarda-chuva
Tens que saber gostar e flores
E dançar sem melodia
Respeitar as gargalhadas
Que eu darei das irônias.
Clara Vieira.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Palhaço, palha-aço
A mágia há de brotar
Do sorriso do palhaço
Uma gargalhada surgirá
Do mais tristonho coração.
O palhaço que é palha e aço
E não cansa de mostrar
A alegria no olhar
É só sorriso e diversão.
Cambalhotas e suspiros
Líras, swings, malabares
Nariz vermelho para dar
Passos de um amanhã melhor.
No rosto do palhaço
Ergueu-se muros de gentileza
Colorido, colorindo a dor
Tornando-a menos feia
Tudo terá valido a pena.
Clara Vieira.
Do sorriso do palhaço
Uma gargalhada surgirá
Do mais tristonho coração.
O palhaço que é palha e aço
E não cansa de mostrar
A alegria no olhar
É só sorriso e diversão.
Cambalhotas e suspiros
Líras, swings, malabares
Nariz vermelho para dar
Passos de um amanhã melhor.
No rosto do palhaço
Ergueu-se muros de gentileza
Colorido, colorindo a dor
Tornando-a menos feia
Tudo terá valido a pena.
Clara Vieira.
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